O movimento se inicia.
Tudo teve início em março desse ano com a chegada pelos Correios da edição desse mês da revista Domínio Central…

1. A formalização dos esportes da mente em Parapuã era necessária.
As ações como jogo de damas e o xadrez desde o início dos anos 90 possuía um limite de crescimento e foi detectado o motivo. A falta de formalização da modalidade fazia com que os trabalhos desenvolvimentos sempre beiravam o amadorismo e romantismo dos esportes em geral na época.
Nascer e ter seu registro de identidade era de suma importância para ser cumprir seus deveres e ser respeitadas em seus direitos, bem como, a possibilidade de aberturas de novos horizontes.
Essa necessidade começou a tomar forma com a chegada da edição de março daquele ano da revista especializada em jogo de damas Domínio Central. Em seu conteúdo continha em modelo de estatuto para criação de um clube de damas. Foi a faísca necessária para que os amantes do jogo de damas e seus amigos pudessem se organizar em trabalho para esse objetivo.
2. Encontro com grandes lideranças sedimentam os passos para a fundação.
Após meses de preparação o município vizinho Osvaldo Cruz receberia os Jogos Regionais daquele ano, e os árbitros principais seriam Lélio Marcos Luzes Sarcedo e Roberto Telles de Souza, duas das maiores referências da modalidade. Foi a ação final para definir os detalhes e ações finais necessárias para a fundação do clube. Uma reunião no Hotel Eldorado em Osvaldo Cruz entre Roberto Telles, Ana Paula Freitas Souza, Eduardo Michel Vieira Gomes e Sidnei Oliveira Souza selou a fundação e o nome da futura entidade: Academia Brancas & Pretas de Jogo de Damas, Xadrez, Jogos Pedagógicos e Esportes. Lélio Sarcedo não pode participar da reunião, mas não foi menos fundamental para a fundação da ABP.



3. 20 de agosto. O dia da fundação.
As primeiras semanas foram de evolução no trâmite de documentos e junção de amigos do projeto de damas existente em Parapuã desde 1993. Marcada para 20 de agosto, uma terça-feira, a assembleia geral de fundação da entidade teve início as 19:30, no hall social do Parapuã Piscina Clube, onde os onze amigos presentes formalizaram a fundação do que seria e é uma das mais respeitadas e atuantes organização da sociedade civil sem fins econômicos do Brasil no universo do jogo de damas. Sidnei Oliveira Souza foi eleito o primeiro presidente da entidade.
4. Fundação formalizada e registrada, trabalho iniciado.
Após os registros em Cartório e entrada junto a Receita Federal, os trabalhos tiveram início e já em dezembro foi realizado o primeiro torneio oficial de jogo de damas reconhecido pela Federação Paulista e Confederação Brasileira. O Torneio Aniversário de Parapuã foi realizado pela ABP e Prefeitura do município e contou com participantes de Parapuã, Osvaldo Cruz, Junqueirópolis, Adamantina, Marília, Tupã e Dracena.



